Ars Longa Information Brevis



24/05 – Marcia Tiburi

A INDÚSTRIA CULTURAL DA FELICIDADE
Do século XX até hoje a inteligência e a sensibilidade coletivas vivem sob o jugo da Indústria Cultural. Podemos dizer que o todo da cultura se tornou indústria. Nossa vida sensível toma consciência de si por meio das manifestações artísticas, da educação, da leitura. Das artes clássicas à arte culinária podemos dizer que há um trabalho humano de intensificação e valorização das experiências vividas. A Indústria Cultural é hoje a produção de experiência empobrecida. Desde a televisão (o nervo central da produção de imagem), até a alimentação (há uma Indústria Cultural que coordena o processo alimentar como processo social), passando pela saúde física (a Indústria da Vida Saudável) e pela saúde mental (Indústria da Vida Feliz), todos os processos humanos passam por um método de uniformização e banalização ao qual podemos chamar de Indústria. Cabe avaliar se a Indústria Cultural da Felicidade afetou as nossas vidas.

31/05 – Alexandre Veloso de Abreu

A FELICIDADE NA LITERATURA

Assim como a felicidade foi um ideal filosófico, ela foi representada no universo da literatura. Assim, partimos de um panorama da felicidade em marcantes obras da literatura ocidental, explorando as diversas nuanças do sentimento, desde seu aspecto mais “maniqueísta”, até concepções mais fluidas e ambíguas.  Reflete-se se a felicidade é aspiração por um final feliz ou, nos dizeres de Clarice Lispector, clandestina.

07/06 – Miriam Goldemberg

A FELICIDADE, A BELEZA E O CORPO

No contexto da sociedade espetacular, a sociedade que supervaloriza a imagem a ponto de idolatrar narcisicamente o próprio corpo e o corpo belo dos outros, há também o desejo perverso de conhecer o sofrimento alheio. Sabemos que o sofrimento sempre foi representado na poesia, na literatura, nas artes da pintura e no cinema. Mas o que acontece com o surgimento da fotografia? Com o cinema? E com o incremento da televisão? Qual a diferença entre a dor representada nas artes e a dor real mostrada nos veículos de comunicação? Que sentimentos estão em jogo? A compaixão, ou será o ódio, o afeto que nos rege nos tempos apocalípticos em que vivemos?

21/06 – Marcia Tiburi

A FELICIDADE NA ERA DIGITAL


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